quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A Internet vai matar a televisão?

Talvez não, mas depois de ver trabalhos como esta colecção de 5 vídeos do Haiti pós-terramoto, a 360º, e com interactividade, pode levantar-se a dúvida.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sexto sentido

Já não é novidade, mas serão dos mais espantosos nove minutos da vossa vida.


Quem não vir o vídeo pode clicar no link.
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terça-feira, 21 de julho de 2009

Alguém tem dúvidas de que o mundo mudou entre milénios?

Literatura digital
Barnes & Noble lança a maior e-livraria do mundo
21.07.2009 - 11h08 PÚBLICO
A maior cadeia de livrarias do mundo, a Barnes & Noble, anunciou o lançamento da maior loja online de livros electrónicos nos Estados Unidos, que irá integrar as obras digitalizadas pela Google.
Mais em formato digital (naturalmente...)
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

É preciso salvar os jornais?

Os tempos parecem dizer que sim. E há quem proponha dez mandamentos.
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Será que o jornalismo é mesmo caro?

Ou serão os jornalistas caros? Pode assistir a uma visão sobre a discussão no Monday Note.
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sexta-feira, 6 de março de 2009

Futuro dos Jornais

Gustavo Cardoso coloca mais questões fulcrais na newsletter do Obercom. Leia um extracto:

“How to Save Your Newspaper” foi o título escolhido por Walter Isaacson na Time Magazine de 5 de Fevereiro de 2009. Isaacson analisa o porquê de ser necessário voltar a pagar pelos jornais e seus artigos ao mesmo tempo que foca a sua atenção nos novos modelos de micropagamento e de suportes digitais de leitura.

Alguns dias mais tarde (ao mesmo tempo que vários jornais portugueses se interrogavam sobre o seu futuro com base nas estatísticas de circulação e de audiência), Rui Tavares escrevia no
Blitz sobre o “Atraso do Presente Contínuo” e como o jornalismo vive, neste nosso tempo, num tempo diferente.

Isaacson e Tavares têm ambos razão, mas só lendo os dois artigos em conjunto se poderá perceber como se podem salvar os Jornais: os jornalistas devem deixar de escrever sobre o seu fim e passar a testar activamente como inovar.

Algo que implica, inovar nos modelos de pagamento, na sua percepção dos diferentes públicos, na empatia com os seus leitores e na distribuição. Tudo leva a crer que algo vai mudar mesmo, porque tem de mudar. Mas provavelmente a resposta está em que os jornais e o jornalismo têm de ser inovados em simultâneo."

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